Mas desde de já convido-vos a visitarem Alenquer, é um destino merecedor da vossa visita, não só pela sua cultura, mas também pela população que são muito simpáticos.
Bem, por este caminho, ao lado da Câmara Municipal de Alenquer, vamos até ao Museu Hipólito Cabaço que se encontra mais há frente(( e que necessita de apoios, para reconstrução, do espaço)).
É um pequeno museu mas é nossa cultura.((pena o Governo Português não dar apoios aos monumentos nacionais e restaurá-los.
Um dia os empreendedores espanhóis descobrem e investem em Alenquer.
Apesar de enológos espanhois, serem os principais clientes desta vila e a maioria da população não saber que existe um museu do Vinho, que ele não foi divulgado para a zona mas para os Espanhoís.))
Museu Municipal de Alenquer Hipólito Cabaço
Horário Segunda-feira a Sábado: 10.00 - 12.30 / 14.00 - 17.00 horas. Encerra ao Domingo e feriados
Entrada Gratuita
Endereço Rua Maria Milne e Carmo, n.º 2
2580-318 Alenquer
Telefone 263 730 906
Fax 263 711 504
Museu dedicado à arqueologia, onde está exposta parte da colecção de Hipólito Cabaço, precursor da arqueologia portuguesa. Situado em pleno centro histórico de Alenquer, no edifício da antiga Aula do Conde de Ferreira, o museu reúne material desde o Paleolítico à época romana. A colecção é essencialmente de âmbito concelhio.
Museu Municipal de Alenquer Hipólito Cabaço nas próximas 5 fotos:
Uma das ruas perto do Turismo de Alenquer
Esta foto mostra-vos uma zona de pequenas indústias e ao lado direito na foto fica mesmo o Mercado de Alenquer.
Não sei a quem pertence, mas uma coisa eu tenho consciência, é que quem for investir em Alenquer e comprar esta fábrica que está ao abandono,e construir uma boa unidade hoteleira, que só ganha em ser ali construído e desenvolvido.
Na biblioteca de Alenquer
Uma paisagem desta vila
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Rio Tejo
Rio Tejo
DE DIA NÃO SE NOTA TANTO, MAS SE OLHAREM COM ATENÇÃO AINDA MOSTRA O PRESÉPIO.
Esta vila é conhecida pela vila do presépio, e torna-se muito bonita na altura do Natal, mas fora dessa época continua com a sua beleza.
VISTA PARA A CÂMARA MUNICIPAL DE ALENQUER
CÂMARA MUNICIPAL DE ALENQUER
Nesta foto podes ver o Rio Tejo, no lado esquerdo o edifício que têm diversos carros ao pé é o mercado ou a praça de ALENQUER, e este edíficio que vimos na ponta da foto do lado direito é uma biblioteca municipal
As próximas fotos são: as 2 interior da capelinha do convento São Francisco e as outras 2 são do exterior do convento, que nele residi poucas freiras, mas um lar de idosos também.
Acreditem vale apena visitar, é um lugar que és bem recebido por todos.
Castelo de Alenquer, Porta Da Conceição
A Serra do Montejunto
Ao desceres a porta da conceição e o castelo, irás ter ao Museu do Vinho que nele na actualidade têm uma exposição do material que as pessoas usavam numa vinha e descrição como se faz o vinho e a segmentação que ele passa, têm todos os promenores.
Nele a Dona do Museu faz reuniões, têm um espaço para elas se realizarem, como a exposição e em baixo têm diversos armários que podem ver um dos exemplos nas fotos, onde depois decorre a degustação.
Rota do Vinho - Quintas de Alenquer
Brancos aromáticos e persistentes no sabor, tintos, vivos e brilhantes enquanto novos, de raro “bouquet” quando envelhecidos, são a herança de séculos de actividade vinícola nas famosas “Quintas de Alenquer”.
Alenquer “vila presépio”, terra de Damião de Góis, abre-lhe as portas a um percurso feito das belas aldeias rurais do Oeste, com os seus moinhos e casario branco, entrecortados por imponentes casas solarengas e um conjunto monumental de Igrejas e Conventos de grande valor.
Porto da Luz, Meca, Aldeia Galega, Aldeia Gavinha, Merceana, Atalaia, Penedos ou Abrigada são, apenas, alguns exemplos desta ruralidade contagiante, que o acompanhará até à Serra de Montejunto, com a aldeia de Pragança, a Real Fábrica do Gelo, o Parque de Campismo Rural e o Centro de Interpretação Ambiental.
Aproveite os percursos pedestres desta Àrea Protegida.
É a descoberta que lhe propomos.
1 - Quinta do Carneiro
50 hectares de vinhas de diferentes castas nacionais e estrangeiras, num pequeno planalto e em encostas suaves estendidas em várias exposições que lhe
conferem vantagens na rápida acumulação de açucares, polifenois e aromas.
2 - Quinta de Pancas
A Quinta de Pancas é um símbolo de qualidade há mais de 400 anos. Tem cerca de 50 ha de vinha das melhores castas portuguesas e estrangeiras, tendo recebido inúmeros prémios nos maiores concursos internacionais do vinho.
3 - Quinta de D. Carlos
Edifício de grande dimensão e imponência dos séculos XVII e XVIII. Um longo túnel dá acesso à área de instalações agrícolas. Possui uma capela privativa de elevado valor.
4 - Quinta da Boavista
A experiência e saber de várias gerações e os cerca de 50 hectares de vinha, contribuem para a produção de prestigiadas marcas, maioritariamente exportadas, com destaque para o “Palha-Canas”, “Touriz” e da actual maior colecção de varietais do País.
5 - Quinta da Espiga
Possui mais de 100 hectares de vinha de prestigiadas variedades, numa paisagem de grande beleza e em perfeita harmonia com a natureza, que contribuem para a produção de excelentes vinhos.
6 - Quinta da Chocapalha
Os seus notáveis vinhos são referidos desde o século XVI. Afirma-se com uma produção vinícola assente nas mais modernas técnicas, mantendo um cunho tradicional, sinónimo de qualidade e prestígio.
7 - Quinta do Pinto
Detém 58 hectares de vinhas que resultam em vinhos de reconhecida qualidade, integrados na categoria DOC de Alenquer, baseada igualmente numa selectiva eleição de castas nacionais e estrangeiras.
8 - Quinta dos Plátanos
Uma das mais antigas Quintas do concelho de Alenquer, destaca-se pelo pioneirismo tecnológico, tendo introduzido novas técnicas que contribuem para a excelência dos seus vinhos. Aposta na realização de eventos e em estruturas de Turismo Rural, aproveitando o seu património natural e arquitectónico de infindável beleza.
9 - Quinta do Monte D’Oiro
A produção vinícola remonta ao século XVII, mantendo ainda hoje características organolépticas que conferem aos seus vinhos um sentido gastronómico de excelência. Detém vinhos de reconhecido valor, patente nos diversos prémios granjeados a nível nacional e internacional.
10 - Quinta da Cortezia
Produz vinho desde o final do século XVI.
Em resultado das mais avançadas técnicas vitícolas, os vinhos varietais Touriga Nacional, Tinta Roriz e Merlot alcançaram as melhores classificações em Portugal, Estados Unidos, Brasil e Reino Unido.
11 - Quinta da Margem D’Arada
É complementada pelas Quinta da Bichinha e a Quinta da Boavista. A sua antiguidade remete-nos à era romana, cujos vestígios são ainda visíveis, existindo também documentos que relacionam a Quinta com o trágico amor de D. Pedro e D. Inês.
12 - Quinta do Valle do Riacho
Antiga e solarenga Quinta, classificada de relevante valor arquitectónico, constitui repositório de abundante azulejaria dos séculos XVII e XVIII.
Desde sempre ligada à cultura vitivinícola, esta Quinta promove e comercializa, entre outras, a marca “Valle do Riacho”.
13 - Quinta de Abrigada
Adquirida em 1534 a Fernando Álvares Cabral, filho do célebre descobridor do Brasil, a Quinta da Abrigada encontra-se desde então na posse da família que actualmente a detém.
Produz vinho, cuja qualidade é reconhecida internacionalmente pelos mercados mais exigentes.
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Informação gentilmente cedida por:
Região de Turismo do Oeste
Rua Direita nº 87
2510-001 Óbidos
Tel. 262 955 060
Fax 262 955 061
Email: info@rt-oeste.pt
Breve descrição e mapa do Concelho
Poucos municípios portugueses se poderão orgulhar de ter uma riqueza histórica e uma beleza natural tão preciosa como as que se encontram no Concelho de Alenquer...
Segundo Hipólito Cabaço, este Concelho, “desde a fértil margem do Tejo até às abruptas faldas do Montejunto é um jardim abençoado, cheio de beleza e encanto, de paisagem diversa, linda e maravilha, donde brotam inúmeras fontes de água pura e salutar, de clima temperado e são; e os produtos do seu solo, óptimos e abundantes – verdadeira Terra de Promissão!”
Aqui nasceram e viveram o notável Damião de Gois e o intrépido Pêro de Alenquer – timoneiro de venceu o Cabo da Boa Esperança e guiou as primeiras naus até à Índia, acompanhando, respectivamente, Bartolomeu Dias e Vasco da Gama.
Luís de Camões também esteve muito ligado a estas terras, referindo-as em diversas das suas obras. Também aqui viveram o navegador Tristão da Cunha, o Vice-Rei da Índia Afonso de Albuquerque e o valoroso Salvador Ribeiro de Sousa, que foi Rei do Pegú (Birmânia).
Alenquer – conhecida como “Vila-Presépio", pelo pitoresco panorama que oferece ao viajante – é sede de um concelho com cerca de 300 Km2 e 16 Freguesias. O actual território municipal abarca as áreas dos antigos concelhos medievais da Vila Verde dos Francos e da Aldeia Galega da Merceana.
A vila foi conquistada aos mouros por D. Afonso I, em 1148, e reedificada por este rei. D. Sancho I construiu ali um Paço e doou-a a sua filha, D. Sancha, passando a pertencer à “Casa das Rainhas”. O seu primeiro Foral data desta época remota.
O Castelo de Alenquer, que terá sido um imponente monumento, é de origem anterior à nacionalidade e encontra-se hoje reduzido a uns panos de muralhas, à Porta da Conceição e à bizarra Torre da Couraça, estranhamente encimada por uma casa. Tudo num estado que desmerece o seu valor.
Outros monumentos de grande interesse são o Convento de S. Francisco, a Igreja de S. Pedro, os santuários de Meca e da Merceana, e o conjunto patrimonial da Aldeia Galega da Merceana.
Alenquer sempre foi uma região de grande riqueza agrícola, com realce para a excelência dos seus vinhos que se encontram entre os melhores do mundo. No séc. XIX, os melhoramentos da Regeneração trouxeram as novas estradas e a primeira linha de caminho-de-ferro de Portugal até ao concelho.
Estas inovações foram um importante marco para o desenvolvimento, com o aparecimento das indústrias e a afirmação duma burguesia triunfante, com a opulência de grandes quintas e uma fervilhante dinâmica social e económica. O majestoso edifício dos Paços do Concelho é destes tempos áureos.
Toda a paisagem é de vales e colinas, densamente povoada por casais e aldeias pitorescas que irrompem por entre as vinhas e os restos das matas que em tempos proliferavam.
A Serra do Montejunto, para além de um excepcional miradouro, é um verdadeiro santuário natural. Outros pontos dignos de visita são o alto de Casais Brancos, o Moinho da Cabreira e a portela de Vila Verde dos Francos.
Graças aos investimentos realizados na zona do Carregado, o Concelho de Alenquer é um dos mais industrializados da Região Oeste. O seu grande desafio era o futuro Aeroporto Internacional, que era para se construir na freguesia da Ota e que iria influenciar determinantemente toda a região.
Mas ainda bem que não se realizou, e que existiu uma grande polémica internacional, porque, esta zona seria 1 atentado se lá realizarem o aeroporto.
Dica:
Nunca visitei esta vila de SALTO ALTO, podem ficar sujeitas a ficar sem saltos, se forem explorar esta região. Nada melhor que uns calções, 1 shirt e um par de sapatilhas para a explorarem a caminhar para conhecerem bem a zona.
















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